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Amor de Mãe e Pai

Tarcisio e Rosângela Bitencourt (05/05/2017)

O mês de maio é especial para todos os católicos por ser o mês dedicado à Maria mãe de Jesus e de todos nós e pela passagem do Dia das Mães. Nada mais justo do que homenagearmos aquela que nos trouxe à vida e cuidou de nós desde a concepção, dando o seu melhor para termos uma boa alimentação, educação e amor. Que a Sagrada Família abençoe e proteja todas as nossas mães. Às que já cumpriram a sua missão aqui na terra a nossa gratidão.

Todas as crianças têm o direito de receber o amor de uma mãe e também de um pai. A participação dos dois é importante para o crescimento dos filhos. Respeitar a dignidade de uma criança significa afirmar a sua necessidade e o seu direito natural de ter uma mãe e um pai. Não se trata apenas do amor da mãe e do pai separadamente, mas também do amor entre eles, como ninho acolhedor e como fundamento da família. Caso contrário, o filho parece reduzir-se a uma posse.

O sentimento de ser órfãos, que hoje experimentam muitas crianças e jovens, é mais profundo do que pensamos. Reconhecemos como legítimo e até desejável que as mulheres queiram estudar, trabalhar e ter objetivos pessoais. Mas, não podemos ignorar a necessidade que os filhos têm da presença materna, especialmente nos primeiros meses de vida, mas não só. O enfraquecimento da presença materna é um risco grave para a humanidade. A grandeza das mulheres decorrente de sua dignidade humana inalienável, sua ternura e seu gênio feminino indispensável para a sociedade lhe conferem combater o individualismo egoísta e testemunhar a beleza da vida. Uma sociedade sem mães seria uma sociedade desumana e muitas vezes sem a prática religiosa na família. Obrigado, mães, por aquilo que sois na família e pelo que contribuis à Igreja e ao mundo.

Queremos também salientar a importância da presença paterna na família. Por vezes o pai está tão concentrado em si mesmo e no próprio trabalho ou até nas suas realizações pessoais que se esquece da família e deixa os filhos sozinhos. Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, esteja próximo da esposa e dos filhos para compartilhar tudo, alegrias, dores, dificuldades e esperanças.

Não é bom que as crianças fiquem sem pai e mãe e, assim, deixem de ser crianças antes do tempo.

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